O que aconteceu com o Cinema Franco

É, de 2012 pra cá, atualizar isso aqui ficou cada vez mais difícil (perdi meus últimos textos escritos de 2013 pra cá – mas não eram muitos). Poderia culpar o nascimento do segundo filho, nascido em março cinco anos atrás. Poderia culpar a faculdade que faço desde 2011 (teve uma pausa aí, retomei no ano passado), alguns roteiros que venho escrevendo, a família, os amigos, vish!, tem muita coisa pra culpar. Mas seria ligeiramente injusto, pois não é raro eu ficar assistindo filmes e/ou séries até depois da meia-noite, tempo que poderia ser facilmente convertido em textos. Durante o resto do dia, ou estou trabalhando, ou estou na faculdade, ou estou fazendo trabalho de faculdade, ou estou com a família (se tirar o tempo que estão dormindo, certamente é onde passo menos tempo). Mas não seria muita covardia dizer que a soma disso tudo seja parte do motivo de ter “abandonado” (aspas muito necessárias) o blog. Apenas parte, porque no fundo, ando meio desanimado com isso aqui, duvidando, inclusive, de haver razão alguma pra mantê-lo, mas continuo esperançoso – tanto que continuo pagando o domínio “.com.br”, pra algum momento ressuscitá-lo.  Um dia quem sabe, volto, com novo visual, talvez no domínio antigo (.com.br), talvez escrevendo algo relevante (duvido muito). Bom é isso. Meio rapidinho, sem capricho, sem parágrafo, sem tempo, mas é isso. Abraço. Volto qualquer dia.

 

 

 

Trailer de The Wolf of Wall Street

Passando pelos blogues web afora, como de costume, encontro este trailer sensacional da nova parceria de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio, em “The Wolf of Wall Street” . É o quinto longa da dupla, desde “Gangues de Nova York” – a última, foi no excelente “A Ilha do Medo” de 2010.

DiCaprio é Jordan Belfort, corretor da bolsa de Nova York que é condenado a 20 anos de prisão, após negar ajuda à polícia na investigação de um esquema de corrupção em Wall Street no início dos anos 90.

O vídeo já mostra um pouco dos excessos que podem ter levado o corretor (e seus companheiros) à queda e um pouco de sua parceria com Donnie Azzof (Jonah Hill, de “Anjos da Lei”), além da participação maravilhosa de Matthew McCounaghey, como o mentor de Belfort, Mark Hanna. A última cena do trailer é linda.

A história é baseada em fatos reais e é contada em livro homônimo, pelo próprio personagem, que serviu de base para o roteiro de Terence Winter, roteirista de “Família Soprano”.

Próximos (principais) lançamentos (segundo meus interesses)

“Homem de Ferro 3” estreia hoje nos Estados Unidos e inaugura a temporada mais rentável do cinema mundial; o verão americano. O Brasil e outros países, como parte da (ótima) estratégia da Marvel, puderam ver o Tony Stark enfrentar o Mandarim já na semana passada.

Apesar de a estação mais quente no hemisfério norte começar apenas em junho, é comum os arrasa-quarteirões aparecerem a partir do final de abril (todos os três filmes do Homem de Ferro foram lançados neste mês, por exemplo) ou início de maio. Esta época do ano é a preferida dos estúdios para lançarem seus Blockbusters. Portanto, se você acha que este tipo de filme não tem seu valor, passe longe do cinema. Ou preste atenção aos cartazes, pois pode encontrar um ou outro menos badalado. Eu, que vejo a sétima arte também como entretenimento, separo uma verba (#pobre), procuro cinemas onde o Bradesco dá desconto (#pobre), pego minha batata no McDonald’s para viagem (#pobre) e me preparo para uma boa sessão (se tiver sorte – como tive no ótimo filme citado no início).

Começando pelas estreias de maio e junho, vou apontar aqui os principais longas deste período. Claro, segundo meus interesses. Ah, levarei em conta as datas de lançamento nos cinemas nacionais, pois… estou no Brasil! Não contarei muito do filme, porque o trailer já diz o bastante e, principalmente, por não ter assistido, então, qualquer sinopse seria apenas a releitura/cópia de outro site a respeito do filme, IMDB ou algo do tipo.

Vamos lá…

Em Transe (dia de lançamento: 3 de maio)

Este blog não tem regra (a não ser a ausência desta), portanto, começo com uma produção lançada nos EUA fora do período descrito acima, mas que chega hoje no Brasil. “Em Transe”, filme que une Danny Boyle, diretor de “127 horas”, e James McAvoy (o professor Xavier em “X-Men – Primeira Classe”). Sempre achei que esses dois fariam uma boa dupla. Espero que esteja certo. O filme não é necessariamente uma grande produção, mas passa longe de ser um filme pequeno. Basta ver os efeitos especiais no trailer abaixo, o envolvimento da dupla McAvoy e Boyle, além do francês Vincent Cassel e a linda Rosario Dawson.

Terapia de Risco (17 de maio)

“Terapia de Risco” é dirigido por Steven Soderbergh, de “Contágio”, e conta com Jude Law (do próprio “Contágio”), Rooney Mara (“A Rede Social”), Channing Tatum (“Anjos da Lei”) e Catherine Zeta-Jones no elenco. As produções de Soderbergh (“Traffic”, “Onze Homens e Um Segredo”) quase sempre me interessam.

 

Se beber, não case! – Parte 3 (30 de maio)

A comédia dispensa apresentações. Depois de um excelente primeiro filme e uma cópia barata na segunda película, os quatro amigos interpretados por Bradley Cooper, Zack Galifianakis, Ed Helms e – com menor tempo em cena – Justin Bartha. Desta vez, o filme ainda trará os maravilhosos John Goodman e Melissa McCarthy, o retorno de Heather Graham do filme original, além de Mr. Chow (Ken Jeong), aparentemente ainda mais essencial à trama, como pode ver no trailer abaixo. A direção é ainda de Todd Philips.

Depois da Terra (7 de junho)

Depois de dois fracassos (“Fim dos Tempos” e “O Último Mestre do Ar”), o indiano M. Night Shyamalan tem a ajuda (nem tão significante assim, nos últimos anos) de Will Smith e seu filho, nesta ficção científica sobre a luta pela sobrevivência de pai e filho numa terra repleta de alienígenas. Torcendo para que tanto diretor quanto astro acertem a mão.

O Grande Gatsby (7 de junho)

Leonardo DiCaprio, que andou espalhando por aí que vai dar um tempo no cinema (tomara que seja mentira), interpreta o personagem título, baseado em obra homônima de F. Scott Fitzgerald. Dirigido por Baz Luhrmann (“Moulin Rouge”). No elenco, Tobey Maguire (eterno Homem-Aranha), Carey Mulligan (“Drive”) e a linda Isla Fisher (“Os Penetras Bons de Bico” e mulher de Sacha Baron Cohen).

The Place Beyond the Pines (7 de junho)

Estrelado por Bradley Cooper, indicado ao Oscar por “O Lado Bom da Vida”, Ryan Gosling, de “Drive” (mulheres, se acalmem!), e Eva Mendes (concordo, rapazes!), o filme mostra a vida de um motoqueiro (Gosling) que recorre aos assaltos para sustentar mulher (Eva) e filho. Cooper é o policial responsável pela captura do assaltante.

Além da escuridão – Star Trek (14 de junho)

J.J Abrams volta a direção de uma das séries de ficção científica mais conhecidas do cinema, depois de um primeiro promissor filme, elogiado por crítica e público. O elenco inteiro está de volta; Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Simon Pegg, como alívio cômico de sempre. Agora o vilão será interpretado pelo excelente Benedict Cumberbatch (“O Espião que Sabia Demais”).

Segredos de sangue (14 de junho)

Não imagina por que eu coloquei este filme na lista? O nome Park Chan-wook te diz algo? Senão, corre até a locadora e alugue “Oldboy” (parte de uma trilogia sobre vingança), uma das melhores que o cinema produziu nos últimos anos. Ah, veja sem os pais por perto. Sem os filhos também. Mia Wasikowska (A Alice de Tim Burton), Nicole Kidman e Matthew Goode (“Watchmen”) estão no elenco do primeiro filme do sul-coreano em língua inglesa.

Guerra Mundial Z (28 de junho)

Brad Pitt estreia seu primeiro filme sobre zumbis. Ao que parece, a produção trará os mortos-vivos em grande escala, de uma maneira nunca vista antes (vai entender depois de assistir ao trailer). Marc Foster (“Em Busca da Terra do Nunca”) dirige a fita. Pitt, que também produz o longa, é um representante da ONU, autor de um relato sobre a guerra contra os zumbis. Apesar de ter havido troca de roteiristas e inúmeras refilmagens, está entre os mais aguardados, principalmente pelo tema que sempre me interessa.

Além destes, há longas que podem interessar. Desde Woody Allen a comédias românticas, filmes nacionais (que vira e mexe, apresenta coisa boa) e de outros países. Em resumo, fique de olho.

Em algumas semanas, posto os principais lançamentos de julho e agosto, quando virão as superproduções de Superman e o novo Wolverine, entre outros.

Terceiro trailer de “O Homem de Aço”

Divulgado novo trailer de “O Homem de Aço“. A nova versão do kriptoniano é dirigida por Zack Snyder, a partir de uma história de Christopher Nolan e David S. Goyer, e roteirizada por este. Nolan, mais conhecido pela trilogia recente do Batman – e em quem a Warner confiaria a vida – produz o longa com estreia marcada para 12 de julho aqui no Brasil.

O trailer, o terceiro do super-herói da DC Comics, investe no drama, da mesma maneira que os primeiros fizeram. Com um destaque maior para o personagem interpretado por Russell Crowe, Jor-El, pai biológico de Superman (Henry Cavill, de “Imortais”). Ouvimos também pela primeira vez claramente a voz de Lois Lane em um interrogatório com o próprio herói. Lois será vivida pela ruiva Amy Adams (“Dúvida”). Completam o elenco Kevin Costner, Diane Lane (“Noites de Tormenta”), pais terráqueos de Clark Kent, e Michael Shannon (“Foi Apenas um Sonho”) como o vilão General Zod, outrora vivido por Terence Stamp nos filmes de Richard Donner.

A nova adaptação não terá nenhum vínculo com os primeiros filmes de Donner, tampouco com o último de Bryan Singer. Até o famoso tema de John Williams, reconhecido por muitos (eu, por exemplo) como um dos mais marcantes do cinema, não será ouvido na trilha sonora agora composta por Hans Zimmer. A história mostra as dificuldades de um jornalista (Kent) de outro planeta para entender o motivo de estar na Terra, de ter super poderes, até onde deve se mostrar e o que precisará fazer para proteger a quem tanto ama.

Escolhi uma versão legendada (tem que ativar esta opção). Gostei do vídeo e obviamente, por ser meu herói da infância, é o filme mais aguardado do verão americano.

Meu grande talento

Deveria ser crime ser eu. Talvez uma cartilha da ONU orientando ao povo a não ser eu, mesmo sob ameaça de morte, cairia bem. No mínimo, uma multa para aquele que se portasse como tal ou, ainda pior, fosse eu. Quem sabe, assim, eu me esforçaria mais para ser diferente.

Tenho a impressão de que meu cérebro, devido à queda vertiginosa do meu Q.I. nos últimos anos, trabalha em dobro para realizar tarefas básicas. Enquanto alguns se esforçam para fazer cálculos quânticos muito complexos ou tomar uma decisão difícil no trabalho ou entender os filmes de David Lynch, eu devo fazer careta, tamanho esforço cerebral, para saber o que responder quando me dizem “boa noite!”.

Porque não foi a primeira nem a segunda nem a terceira vez que caprichei em ser Fagner, o agora oitavo dan na arte da estupidez. Posso, após esta manhã, ser um instrutor da imbecilidade. Aprendizado garantido.

Hoje, como de costume, acordei com um palavrão à mente. Não me recordo qual e não vou gastar o que me resta de impulso nervoso neste momento. Havia me deitado perto de 1h30, depois de 20 horas acordado – isso não difere muito da rotina semanal, pois acordo às 5h30 e me deito sempre perto da meia-noite.

Levantei-me às pressas, tirei o cobertor com toda força (mania que deixa a esposa muito contente), corri para o banheiro. Escovei os dentes com tanta rapidez e força que podia ver as raízes de toda a minha arcada dentária cerrando os olhinhos por causa da claridade nunca vista. Tomei meu banho e, em 10 minutos, já estava me enxugando e colocando o desodorante. Fui correndo para o quarto.

Excepcionalmente hoje, minha esposa também tinha que acordar muito cedo, pois entraria às 7h no trabalho. Portanto, minha rotineira preocupação em não acordá-la não foi necessária, logo, ela acordou.

– Sabe que horas são, Fá?

Estar em pé há uns 20 minutos e já ter tomado banho não me fizeram pensar numa coisa tão óbvia, principalmente, para quem está se arrumando. Quem se arruma com tanta pressa, certamente sabe o tempo que tem, certo? Não se você for eu.

A pergunta me pegou como uma nota de falecimento de um ente querido. Um curta-metragem (afinal, fazia pouco tempo que estava acordado) me passou pela cabeça e percebi que nem sequer peguei no celular para ver as horas.

“3:17” dizia o celular, que deixou um sorriso escapulir pela sua tela.

Sequei o cabelo, deitei de novo, consumido por dois sentimentos; a felicidade de poder dormir mais duas horas e a depressão por mais uma vez provar meu talento nato.

Interessado em ser uma anta? Envie seu e-mail e aguarde a minha mensagem com o passo a passo.

Obrigado.

Um ano de Artur

(Viu Um Ano de Sofia?)

 

Quando a médica disse, na sala de ultrassom, é um menino, percebi que eu tinha uma certa preferência por menina. Fiquei surpreso tanto pelo fato de ser um filho homem, quanto por ter havido essa surpresa.

Afinal, ter uma menina era algo que eu conhecia, já tinha dado certo (demais), saberia por onde andar ou, pelo menos, poderia errar menos. Se você tivesse uma filha como a Sofia e tivesse esperando mais um rebento, muito provavelmente iria me entender. É inevitável.

Pairava, inclusive, desde o início da gravidez, uma dúvida: iríamos gostar dele tanto quanto dela? Racionalmente, eu sabia que sim, porque todo mundo aprende que os pais amam aos filhos igualmente – independente de ter mais afinidade com um ou com outro. Emocionalmente, porém, era meio improvável amar mais um, como se meu coração de pai estivesse maciçamente preenchido pela Sofia e viesse alguém dizendo: “Oi, tudo bem? Prazer te conhecer! Agora empurra a Sofia um pouco para o lado, isso, aperta aí um pouco mais, isso, só mais um pouquinho, obrigado”. Podia até ouvir a Sofia gritando “papai, eu estou caindo aqui, não tá vendo?”.

Claro que depois de alguns minutos, eu já estava muito feliz com a ideia e via inúmeras vantagens de ter um moço; não iria querer matar mais filhos dos outros quando namorassem minha filha, não iria ter vontade de me suicidar em mais um casamento, não iria chorar nu em posição fetal no chão frio do banheiro nas noites que elas saíssem para dormir fora etc. Falando sério, é alguém igual a mim, em importantes aspectos, com grandes chances de passar por muita coisa que eu já passei. Sofrer com o que eu sofri, machucar, aprender, ensinar. É como aconselhar e ajudar o filho com mais propriedade, conhecendo mais do assunto. Enfim, ser mais útil.

Há exatamente um ano, quando finalmente chegou o menino, já com o nome de Artur, via a criança mais doce que já conheci. Linda. Aquela dúvida de amar tanto quanto a irmã mais velha, aos poucos, foi se mostrando cada vez mais idiota. Aquele coração, aparentemente preenchido, parece ter se duplicado, dia após dia, ou como se naquele mesmo espaço, Sofia e Artur estivessem se misturando homogeneamente.

Ingênuo de tudo, eu imaginava querer alguém como a Sofia. No entanto, fui percebendo que os dois são extrema e maravilhosamente diferentes. Eles se complementam nos mínimos detalhes. É o sereno com a serelepe. O dependente Artur, a invariavelmente independente Sofia. O preguiçoso, a ansiosa, o passivo, a hiperativa. E mesmo ainda novos, estas diferenças são cada vez mais perceptíveis (ao dar o leite para Sofia, por exemplo, nessa mesma idade, ela tirava a nossa mão para segurar sozinha a mamadeira; o mocinho, assim que encostamos para mudá-la de posição, já solta).

E quando digo que meu filho é doce, não é exagero, tampouco corujismo. Para rir, o Artur basta estar acordado. Claro, vez ou outra, podemos vê-lo chorando, mas provavelmente estará com fome ou então a mãe chegou do trabalho e ainda não o pegou no colo. Não é raro passar um dia sem escutar um choro ou reclamação sua. Até olhando um outro aspecto que preocupa boa parte dos pais, ele se supera, sendo muito dorminhoco desde que nasceu. Mesmo quando acorda, é tranquilo, sem muito estardalhaço. Frequentemente chego ao seu quarto e o encontro no berço, acordado, apenas brincando com alguma coisa ou em pé segurando nas grades, esperando alguém para pegá-lo.

Então, não estou tentando ser engraçado quanto digo que a única coisa que sei fazer direito são filhos. Aliás, sendo mais justo, devo muito da preciosidade dos filhos à sua mãe. Nem digo estas coisas por hoje também ser o Dia Internacional da Mulher, mas porque, como disse no primeiro aniversário da Sofia, Tati já nasceu mãe, já nasceu mulher, madura. Meu trabalho basicamente é não atrapalhar, orar para que se pareçam menos comigo (em qualquer aspecto) e mais com ela. Resumindo: que eu não os estrague.

Isso tudo, por fim, me leva a achar, apenas achar, ter uma leve impressão de que o dia 8 de março é ainda mais importante para mim, hoje.

Por isso, um feliz aniversário, Artur. Daqui a alguns anos, quando ler isso aqui, peço desculpas por ter sido tão imbecil em esperar, mesmo que por pouco tempo, alguém que não fosse exatamente como você é, para ser irmão da Sofia, para ser nosso filho. Você é bem mais do que eu sequer imaginava, seu pentelho fofo sem vergonha.

E – aproveitando – às mulheres, Sofia, Tati e minha mãe (agradeço a Deus todos os dias pela Sofia se parecer em todos os sentidos contigo, mamãe), um feliz Dia Internacional da Mulher.

Ouve essa: Amok – Atoms for peace

Novamente, mostrando não ver nenhum problema em ver suas músicas baixadas ou ouvidas de graça por aí, Thom Yorke e sua superbanda paralela Atoms for Peace divulgaram ontem o álbum de estreia, Amok, completo na Internet, para ouvir. Detalhe é que o disco só será lançado dia 25 próximo. E não é só isso: na página do CD, fica disponível a opção de “embedar” todas as canções em seu site, como eu mesmo fiz.

Além de Yorke, o grupo é composto também pelo baixista do Red Hot Chilli Peppers Flea e o produtor Nigel Godrich, parceiro do Radiohead desde os tempos de The Bends.

Gostei bastante dessa primeira ouvida. Ouça, logo abaixo.

http://widgets.xlrecordings.com/amok/widget.php