Arquivo mensal: julho 2009

(500) Days of Summer

500 Days of Summer

Você já ouviu falar em “(500) Days of Summer”? Blogs e sites de cinema, inclusive alguns brazucas, como o Omelete, já falaram (e muito) desta comédia romântica muito aplaudida no último festival de Sundance. /Film disse em sua crítica que a fita se aproxima mais de “Juno”, “Pequena Miss Sunshine” e “Hora de Voltar” do que de outras comédias previsíveis que encontramos por aí. (Nada contra estas. Apesar desta característica, de vez em quando estes filmes rendem boas risadas – vide “A Proposta”).

Joseph Gordon-Levitt (de “10 Coisas que Odeio em Você” e que estará no próximo trabalho de Christopher Nolan, “Inception”) é Tom Hansen, um simples escritor de cartões comemorativos. Tom acredita no amor e no destino e, de forma inesperada, se apaixona por Summer Finn. O problema é que Summer é exatamente o oposto do rapaz, e não acredita em nenhuma dessas “fantasias”. Os dois se conhecem, namoram e, obviamente, após um intenso relacionamento, se separam. Agora, Tom, procurando o real motivo do término, repensa todos os 500 dias que viveram juntos.

Alguns, exagerados ou não (não assisti ao longa pra poder julgar), apontam a produção como um dos melhores filmes de comédia romântica dos últimos anos, e a depender da história mais o trailer (logo abaixo), a afirmação pode estar correta. Uma química legal entre os protagonistas, uma simpática narração (não parece o mesmo narrador da finada série “Pushing Daisies”?), diálogos pops, bela trilha sonora e um toque realista, que lembra, em alguns momentos, o excelente “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”.

Estreia no cinema do diretor Marc Webb (dirigia clipes musicais), a fita já estreou em circuito menor nos EUA e deve chegar por aqui em novembro.

A trilha sonora do filme já se encontra nas locadoras e o álbum conta com a lista de músicas abaixo:

1. A Story of Boy Meets Girl – Mychael Danna and Rob Simonsen
2. Us – Regina Spektor
3. There Is A Light That Never Goes Out – The Smiths
4. Bad Kids – Black Lips
5. Please, Please, Please Let Me Get What I Want – The Smiths
6. There Goes The Fear – Doves
7. You Make My Dreams – Hall & Oates
8. Sweet Disposition – The Temper Trap
9. Quelqu’un M’a Dit – Carla Bruni
10. Mushaboom – Feist
11. Hero – Regina Spektor
12. Bookends – Simon & Garfunkel
13. Vagabond – Wolfmother
14. She’s Got You High – Mumm-Ra
15. Here Comes Your Man – Meaghan Smith
16. Please, Please, Please Let Me Get What I Want – She & Him

Assista ao trailer aqui ou no site do Yahoo

Fonte: IMDB, /Film e Cinema Em Cena

Vem aí: Onde Vivem os Monstros, de Spike Jonze

Onde Vivem os Monstros

Reconhecido no mundo inteiro como um dos grandes diretores de clipes musicais (“Sabotage” dos Beastie Boys é um deles), Spike Jonze pode ser considerado também um dos mais ousados diretores da atualidade. Um dos motivos para isto é, claro, sua parceria com Charlie Kaufman, roteirista dos seus primeiros filmes, “Quero Ser John Malkovich” e “Adaptação” – ambos receberam da Academia a indicação de Melhor Roteiro Original. Sete anos sem dirigir um longa, Jonze retorna agora com “Onde Vivem os Monstros” (do original “Where the Wild Things Are”), adaptação do livro homônimo de Maurice Sendak, uma das principais literaturas infantis dos EUA.

Roteirizado pelo próprio Jonze e Dave Eggers, o longa mostra a história do garoto malcriado Max que, depois de uma discussão com os pais, é mandado para o seu quarto de castigo. Na cama, sem jantar, começa a imaginar um mundo diferente, com gigantescas criaturas selvagens, onde ele é recebido como um rei.

Em andamento desde 2003, quando o diretor adquiriu os direitos de rodar a história, a adaptação vem enfrentando diversos problemas, desde troca de elenco até mesmo regravação de algumas cenas, mas deve chegar aos cinemas mundiais neste segundo semestre. Apesar de tantos problemas, numa projeção de apenas 10 minutos na Comic-Con deste ano, a fita recebeu diversos elogios e provavelmente será um dos mais emocionantes filmes do ano.

“Onde os Monstros Vivem” conta com grandes nomes no elenco, entre eles Catherine Keener (trabalhou com o diretor em “Quero ser John Malkovich”) e Mark Ruffalo (“Ensaio Sobre a Cegueira”) além do, até então, estreante Max Records (que depois fez o ainda inédito por aqui “The Brothers Bloom”), como Max. Fazendo as vozes das criaturas, outros conhecidos, como o ganhador do Oscar por “O Último Rei da Escócia” Forest Whitaker, o Soprano James Gandolfini e Paul Dano (de “Sangue Negro”).

Se tudo der certo, o filme chega ao Brasil no final de Outubro. Assista ao belo trailer abaixo. A música é Wake Up, do Arcade Fire.

Sobre o que a gente gosta

– Aceita, Fagner?
Disse um amigo meu, com uma pastilha de canela na mão.
– Não, muito obrigado.
– Ele não gosta de canela.
Disse a amiga ao seu lado, que me conhecia há alguns segundos a mais.
– Sério? Vamos fazer um “whattahell” (coloque aqui uma palavra que você nunca ouviu antes e não conseguiria soletrar). Duvido se ele não vai gostar.

Calma, não farei um post com um diálogo gigante de novo. O Rob Gordon faz isso da melhor maneira. Venho compartilhar uma verdade: “gosto é que nem nariz, cada um tem o seu” é, na realidade, uma maneira de dizer que há o gosto certo e o gosto errado.

Sei que é a frase acima é auto-explicativa, mas darei alguns exemplos. Algumas pessoas preferem filmes bons, outras gostam de roteiros assustadores. Tem aquele que gosta de livros bons e tem aquele que gosta dos mais chatos e previsíveis – sem citar aquele que lê os escritos de auto-ajuda, como se fossem livros. E, dizem, temos em nosso mundo pessoas que gostam de Simple Plan e Dani Carlos. Duvido, mas já ouvi falar. Em resumo, alguns preferem as coisas boas, outros, não.

Ou você realmente pensa que alguém acha o picles delicioso? O que dizer daquele pequeno empresário que lê Lair Ribeiro? E daquela adolescente emo que lê ou assiste (várias vezes) a saga “Crepúsculo” e ouve Pitty no caminho pra escola. Não vim aqui desmenti-los. Eles gostam dessas coisas, de verdade, mas por causa de um distúrbio psicológico que causa esse interesse pelo pior de tudo.

É bom deixar claro que não quero desmoralizar o gosto do próximo. Apesar de não entender essa gente que ama pizza de rúcula ou saladas de acelga, chicória e suas irmãs, respeito e admiro esse sacrifício em prol da eliminação de substâncias com péssimo sabor. Neste caso das verduras, já tentei apelar para a conscientização ambiental como solução menos dolorosa, deixar o mundo mais verde. Não adianta. Esse tipo de pessoa é insistente e quer de todo jeito manter essa autopunição de se alimentar mal, como se fosse uma alternativa de se livrar dos pecados cometidos.

O que é inaceitável é este aprendiz de mártir querer me convencer a aceitar sua causa. “Não, você não gosta só porque nunca provou a empadinha de ricota da minha mãe”. Em primeiro lugar, sobre a ricota – que apareceu pela primeira vez nos campos de concentração onde Hitler dava aos judeus que pensavam ser um tipo de queijo – não há substância terrestre que tenha pior sabor, competindo de igual pra igual com a jurubeba e o temido jiló. Em segundo, só porque mudam o recheio ou a cobertura, essas matérias não perdem seu dote lesivo. E em terceiro, já viu um suicida tentando convencer seus amigos que se matar é gostoso? “Ei, gente, é sério! Sobem aqui e pulem comigo. Não vão se arrepender”.

É como se quisessem provar que Edson e Hudson fazem uma bela música. E entramos, agora, em um terreno perigoso para alguns, porque aqui encontramos a clara diferença entre o correto e o torto. Dias atrás um taxista me contou uma teoria interessante: “você descobre se uma música é boa quando você consegue assobiar”. Após eu responder com um amistoso “aí o senhor não faltou com a verdade”, vi que a ideia, apesar de falha em alguns pontos, fazia sentido. Ao sair do taxi e me certificar de que não havia ninguém por perto, tentei assobiar um funk carioca. Nem precisa tentar, prometo, é impossível. Tentei com hip-hop e até algumas canções emocores, todas inassobiáveis. Sei que há rappers com conteúdo, boas letras e crítica social, e eu respeito, mas alguns ruídos deveriam se encaixar em outra arte (a 90ª, quem sabe) que não música. Já funk, axé, pagodes e derivados não são arte nem aqui nem em nenhum universo paralelo. Menos mal que boa parte dos seguidores destes estranhos sons têm noção disso, e confirmam o que estou dizendo: “ah, eu sei que é tosco, mas eu gosto de dançá”.

A música e o cinema batem o martelo nesta questão. Este, como aquele, tem uma característica em comum: os penitentes, geralmente, não só escolhem o pior como odeiam que é bom. Explicando: se ao se tratar de comida, eles apreciam um delicioso churrasco pra, em seguida, tomar alguma sobremesa com os funestos cravo e canela, no cinema é capaz de encontrar um blasfemo dizer que “O Poderoso Chefão” é chato enquanto assiste a alguma fita de Michael Bay. Ou mesmo desconhecer Daniel Day-Lewis e citar todos os filmes de Robert Pattinson. Sem falar nos profanadores que dizem não ter paciência com filmes… Vou beber água com açúcar e já volto.

Bom, tentar compreender a preferência pelo mau gosto é de uma complexidade infinita. A opção pelo ruim está em todas as pessoas, como uma praga. Alguns, claro, em doses cavalares. Outros, em menor escala, como um suco de cupuaçu ali, um gomo de jaca acolá, que a natureza entrega especialmente para meia dúzia de pessoas, entre elas esta que digita. Portanto, gosto pode até ser como o nariz, o problema é que este, de vez em quando, tem o prazer no fedor.

Rapidinha: Cinema Franco Returns

Okay, eu sei que foram apenas alguns dias. Eu sei que não postava com tanta frequencia, assim, a ponto de ficar preocupado com a falta de atualização no Cinema Franco em cinco dias (já fiquei meses sem postar). E, sim, eu sei que não escrevo (tão?) bem.

Mas também sei que, R$19,45 depois (cotação estranha esta do WordPress, viu!?), meus olhos brilharam quando entrei no Blog e vi, novamente, a página como um administrador. Pronto para postar – ou mesmo pra não atualizar, mas por vontade própria ou por falta de criatividade mesmo.

Já dizia uma música de pagode* dos anos noventa que é “preciso (quase) perder pra aprender a valorizar” (tosco-mor), então, vou dedicar maior tempo a este humilde blog. Mantendo-o como um hobby, continuando com meus monólogos (ou tem alguém lendo isto aqui?), crônicas, críticas e afins.

Um grande abraço e dois tapinhas nas costas!

*Apesar do ódio mortal pelo pagode, não pude evitar, em meus anos de internato, muitos colegas de quarto ouvindo pagodes e axés. Provavelmente, meus problemas psicológicos surgiram a partir dali.

Rapidinha: Harry Potter faz $58.4M em um dia

HP

Como esperado, o lançamento de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ultrapassa a bilheteria das fitas anteriores da série. E Mais. Desde seu lançamento, à 00h01 desta quarta-feira, em mais de 4200 salas nos EUA, o longa acumulou $58,4 milhões. Pra se ter uma ideia, “Harry Potter e A Ordem da Fênix” arrecadou, no mesmo período, $44M.

Se contarmos apenas a noite de estreia, o bruxo fez história: arrecadou $22M, ultrapassando o recordista anterior “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que no verão de 2008 fez $18M, e “Transformers – A Vingança dos Derrotados”, concorrente de temporada, que bateu nos $16M. Porém os robôs de Michael Bay superam Potter se comparar com o dia inteiro: $62M somente no dia 24 de junho.

O site da Variety estima que a fita chegará aos $150M até o último dia do final de semana. Alguns (eu, por exemplo) apostam mais. Vale lembrar que este valor não seria um recorde já que Bay e a equipe de Optimus Prime arrecadaram nos cinco dias de estreia o total de $200M.

Obviamente, estes números são apenas nos EUA. Semana que vem, teremos novos números e com certeza, mais um filme da série baseada nos livros de J. K. Rowling baterá outros novos recordes.

Fonte: Variety

ONG no Capão Redondo Precisa da Sua Ajuda

A ONG Jd. Amália Melhor passa por um momento difícil. Por conta de um problema (pessoal) infeliz, perdemos as cestas básicas que as famílias assistidas pelo Projeto recebiam. Obviamente, a intenção aqui não é mostrar a causa, mas as conseqüências deste ocorrido e, desta maneira, quem sabe, encontrar uma solução.

Lembro de ter comentado, em algum lugar no blog da Oficina, o dia em que descemos à comunidade e a resposta de uma mãe sobre o que ela achava das mudanças da ONG que nos surpreendeu: “Ah, já foi melhor, viu? Antigamente, nossas crianças ganhavam brinquedos, bonecas e um monte de coisas”, respondeu a senhora. Não nego aqui a falta que um brinquedo faz para adolescentes e crianças, mas na nossa cabeça, talvez pretensiosamente, a resposta seria diferente. Há um bom tempo vínhamos mudando a nossa Oficina, aplicando conhecimentos mais práticos, como fotografia, uma noção de roteiro, teatro e até quadrinhos.

Agora, imaginem estes pais que já não conseguiam perceber o valor da informação, perder não só um brinquedo ou boneca do filho, mas a cesta básica do mês, baque significante no orçamento daquelas famílias. A título de curiosidade, a cesta custa, aproximadamente, R$290,00* – algo próximo dos 60% do salário mínimo, um absurdo. Se os pais não cobravam a presença dos filhos na ONG meses atrás, por falta de valores supérfluos, pensem no que aconteceu quando o valor foi Real ($): ausência de, no caso da nossa Oficina, 65% dos alunos.

(*Atualização: A Fonte foi o site do PROCON, provavelmente com base na compra individual dos produtos. As cestas recebidas pelo Projeto eram as mais simples, com valores próximos a R$40)

Na comunidade há exatos 10 anos, o Projeto Vida Nova (nome mais conhecido da ONG) ajudou mais de 2500 pessoas, entre crianças e adultos. Possui diversas Oficinas como as de Música, Artes, Lúdica, Sucata, Oficina das Mães, Criatividade. Agora, por falta de recursos, vem perdendo aqueles que mais nos importam: a própria comunidade.

Acreditem, não é fácil conscientizar, mesmo os mais velhos, sobre a importância do Projeto além benefícios palpáveis. Vamos colocar de forma prática: é mais fácil praquela mãe deixar o filho na Oficina ou pedir pro adolescente ajudar no bar que trabalha? Devo ir pra Oficina de Fotografia ou ajudar minha mãe a cuidar dos meus nove irmãos? Meu filho ir pra escolinha – que não nos dá nada (comestível ou “brincável”) – ou me ajuda a lavar o carro todos os sábados? Retratos do Jd. Amália. Para aqueles pais, a escolha é fácil.

Por sentir a obrigação de mostrar a importância do que achamos ser um bom conhecimento, apelo para este blog – pouquíssimo freqüentado, mas que pode chegar àqueles que podem ajudar – na busca de uma solução para este problema sério. Como Oficina, continuaremos fazendo o que tentamos desde o começo: preparar boas aulas, buscar equipamentos, convidar alguns amigos, professores, jornalistas, fotógrafos, entre outros. E vamos continuar mirando um projeto maior, buscando a Lei Rouanet e, assim, conseguir uma verdadeira Oficina de Audiovisual.

Sei do risco de podar sua criatividade se citar algumas formas de ajudar, mas apenas para deixar claro que QUALQUER auxílio é válido, vou colocar abaixo algumas maneiras. Bem distintas.

Ser ou conhecer algum supermercado que tem cestas básicas baratas;
Ser ou conhecer algum dono de supermercado que poderia, quem sabe, dar algum desconto;
Ser ou conhecer algum psicólogo com certo tempo disponível para acompanhar algumas famílias;
Ser, conhecer ou achar que tem capacidade de dar alguma aula na área de vídeo, fotografia, quadrinhos, música, artes, culinária;
Ter, ou conhecer alguém que tem, equipamentos de vídeo, fotografia, música, artes, culinária que pode emprestar, doar, vender por um preço bacana;
Ser ou conhecer alguém que pode colaborar com algum recurso;
Ou, como nós voluntários da ONG, não ter muito pra dar, mas poder colaborar com ideias, contatos, tempo etc para ajudar a construir uma ONG ainda melhor para os alunos.

Escrevo de coração este texto. São de inteira responsabilidade minha as palavras acima, tanto que não as coloquei no blog da Oficina. Desculpem se em algum momento pareci exagerado, piegas, se errei muito no português ou algo parecido.

Se quiser conhecer mais sobre a ONG e a Oficina, visite os endereços abaixo. E, claro, nos visite para conhecer nossos alunos e voluntários.
Projeto Vida Nova
Oficina de Audiovisual Amália em Foco

A ONG não recebe ajuda de grandes empresas, é transparente, fornece recibo de qualquer doação, e está dentro da Lei, além de estar em dia com todas as documentações. Portanto, se puder ajudar de alguma maneira, deixe sua mensagem e contato aqui. Se preferir, envie para fagnerfranco@gmail.com e entraremos em contato. No caso de doações, fornecemos boletos e possuímos conta bancária no nome do Projeto. Qualquer forma de ajuda, financeira ou não, é bem-vinda.

Dados da Conta Bancária

Associação Jardim Amália Melhor
CNPJ: 07.310.861/0001-15

Bradesco
Ag. 2096-6
C/C. 25070-8

Unibanco
Ag. 0335
C/C 110124-5

Telefone
(11) 5821-6846

Endereço
Rua Pastor Jerônimo Granero Garcia, 7
Jd. IAE
CEP 05890-140
São Paulo-SP

Abaixo, uma foto – tirada por um de nossos alunos – da Exposição “Retrat(ação): Olhares do Amália”, a primeira da nossa Oficina.

vida_nova

Um grande abraço,
Fagner Franco

Trailer de Bastardos Inglórios

Algumas semanas atrás, havia postado aqui o cartaz italiano do novo filme de Quentin Tarantino. Esta semana, para alegria dos fãs do diretor (“Cães de Aluguel”, “Pulp Fiction” e “Kill Bill”), saiu o segundo (e excelente) trailer de “Bastardos Inglórios”.

Se preferir o legendado (que não consegui inserir), clique aqui.

Obs.: Note no início do trailer, um cara gritando “iuhúúú”, enquanto atira em nazistas. Lindo! 🙂