Arquivo mensal: abril 2013

Terceiro trailer de “O Homem de Aço”

Divulgado novo trailer de “O Homem de Aço“. A nova versão do kriptoniano é dirigida por Zack Snyder, a partir de uma história de Christopher Nolan e David S. Goyer, e roteirizada por este. Nolan, mais conhecido pela trilogia recente do Batman – e em quem a Warner confiaria a vida – produz o longa com estreia marcada para 12 de julho aqui no Brasil.

O trailer, o terceiro do super-herói da DC Comics, investe no drama, da mesma maneira que os primeiros fizeram. Com um destaque maior para o personagem interpretado por Russell Crowe, Jor-El, pai biológico de Superman (Henry Cavill, de “Imortais”). Ouvimos também pela primeira vez claramente a voz de Lois Lane em um interrogatório com o próprio herói. Lois será vivida pela ruiva Amy Adams (“Dúvida”). Completam o elenco Kevin Costner, Diane Lane (“Noites de Tormenta”), pais terráqueos de Clark Kent, e Michael Shannon (“Foi Apenas um Sonho”) como o vilão General Zod, outrora vivido por Terence Stamp nos filmes de Richard Donner.

A nova adaptação não terá nenhum vínculo com os primeiros filmes de Donner, tampouco com o último de Bryan Singer. Até o famoso tema de John Williams, reconhecido por muitos (eu, por exemplo) como um dos mais marcantes do cinema, não será ouvido na trilha sonora agora composta por Hans Zimmer. A história mostra as dificuldades de um jornalista (Kent) de outro planeta para entender o motivo de estar na Terra, de ter super poderes, até onde deve se mostrar e o que precisará fazer para proteger a quem tanto ama.

Escolhi uma versão legendada (tem que ativar esta opção). Gostei do vídeo e obviamente, por ser meu herói da infância, é o filme mais aguardado do verão americano.

Meu grande talento

Deveria ser crime ser eu. Talvez uma cartilha da ONU orientando ao povo a não ser eu, mesmo sob ameaça de morte, cairia bem. No mínimo, uma multa para aquele que se portasse como tal ou, ainda pior, fosse eu. Quem sabe, assim, eu me esforçaria mais para ser diferente.

Tenho a impressão de que meu cérebro, devido à queda vertiginosa do meu Q.I. nos últimos anos, trabalha em dobro para realizar tarefas básicas. Enquanto alguns se esforçam para fazer cálculos quânticos muito complexos ou tomar uma decisão difícil no trabalho ou entender os filmes de David Lynch, eu devo fazer careta, tamanho esforço cerebral, para saber o que responder quando me dizem “boa noite!”.

Porque não foi a primeira nem a segunda nem a terceira vez que caprichei em ser Fagner, o agora oitavo dan na arte da estupidez. Posso, após esta manhã, ser um instrutor da imbecilidade. Aprendizado garantido.

Hoje, como de costume, acordei com um palavrão à mente. Não me recordo qual e não vou gastar o que me resta de impulso nervoso neste momento. Havia me deitado perto de 1h30, depois de 20 horas acordado – isso não difere muito da rotina semanal, pois acordo às 5h30 e me deito sempre perto da meia-noite.

Levantei-me às pressas, tirei o cobertor com toda força (mania que deixa a esposa muito contente), corri para o banheiro. Escovei os dentes com tanta rapidez e força que podia ver as raízes de toda a minha arcada dentária cerrando os olhinhos por causa da claridade nunca vista. Tomei meu banho e, em 10 minutos, já estava me enxugando e colocando o desodorante. Fui correndo para o quarto.

Excepcionalmente hoje, minha esposa também tinha que acordar muito cedo, pois entraria às 7h no trabalho. Portanto, minha rotineira preocupação em não acordá-la não foi necessária, logo, ela acordou.

– Sabe que horas são, Fá?

Estar em pé há uns 20 minutos e já ter tomado banho não me fizeram pensar numa coisa tão óbvia, principalmente, para quem está se arrumando. Quem se arruma com tanta pressa, certamente sabe o tempo que tem, certo? Não se você for eu.

A pergunta me pegou como uma nota de falecimento de um ente querido. Um curta-metragem (afinal, fazia pouco tempo que estava acordado) me passou pela cabeça e percebi que nem sequer peguei no celular para ver as horas.

“3:17” dizia o celular, que deixou um sorriso escapulir pela sua tela.

Sequei o cabelo, deitei de novo, consumido por dois sentimentos; a felicidade de poder dormir mais duas horas e a depressão por mais uma vez provar meu talento nato.

Interessado em ser uma anta? Envie seu e-mail e aguarde a minha mensagem com o passo a passo.

Obrigado.